Entenda por que A Era do Streaming Chegou (Em números)

O ano começou e o final de década já começa a delinear as possibilidades tecnológicas para 2020: A Era do Streaming. Como resultado desta evolução as empresas precisam não apenas de presença digital. Mas de fazer parte da cultura das tecnologias emergentes. E este processo de evolução tecnológica não tem volta. Então, cabe a nós, profissionais de Marketing e responsáveis pela comunicação da empresa, saber exatamente quando e como adotar um novo formato ou um novo serviço.

A evolução dos formatos

Desde a invenção da imprensa, em 1430, a produção de conteúdo passou por uma larga evolução de formatos. E isto têm acontecido, principalmente, com os adventos da industrialização do século XVIII. Então, é no século de 1900 que percebemos as principais mudanças nas tecnologias informacionais. Estas mudanças impactaram todas as gerações, desde a geração dos baby bloomers até a geração nativa digital, a geração Z.

No Brasil, a primeira transmissão de rádio foi feita em 1923, produzida por Edgard Roquete Pinto e Henry Morize. Trinta anos depois, na década de 50, Assis Chateubriand importa e distribui as primeiras TV`s para a primeira emissora do país: a TV Tupi. A partir daí, programações como O Repórter Esso, tornaram o vídeo popular no cotidiano dos brasileiros.

Fonte: Observatório da Televisão
Primeira Emissora do Brasil: TV Tupi; Fonte: Observatório da televisão.

A popularização da internet

Já no final do século passo, nos anos 90, o PC da IBM e o primeiro Macintosh evoluíram para máquinas realmente produtivas. Como resultado do aprimoramento de hardware para a experiência individual. E isto aconteceu, principalmente, pela popularização da internet discada na mesma década. Já na transição do milênio se inicia a popularização da banda larga e surgem os primeiros portais de notícia, na Web 1.0.

Já no início do milênio, com a banda larga já disponível nas casas e estabelecimentos (lan houses), entramos na era da Web 2.0. Esta se caracterizava pela participação relativa do usuário nas plataformas. E nesta década surgem também as primeiras redes sociais como Fotolog; MySpace e Orkut. Sem dúvidas, aqui se inicia a era da interatividade com muitas limitações. O espaço virtual individual, onde você poderia inserir suas imagens, vídeos e relacionar seus interesses, permitia apenas um recorte pequeno do usuário.

Na segunda década do milênio inicia-se a popularização dos dispositivos móveis com acesso à internet, sobretudo sob influência de marcas como Apple, Motorola e Nokia. Surgem, então, os primeiros celulares com acesso à internet. Em menos de uma década evoluímos, do teclado QWERTY para a tela completamente touch, sinalizando uma era na qual os usuários têm poder ativo de discurso, influenciando toda a cultura, que passa a ser transformada pelo digital. Como resultado, inicia-se a era Web 3.0, na qual produtores de conteúdo locais e grandes portais de informação competem pela mesma atenção.

Evolução dos Smartphones
Evolução dos celulares; do teclado QWERTY para o touch

O usuário, independente de qual classe social faça parte, passa a ter poder de decisão com métricas em tempo real. Aqui fica claro que a comunicação descendente e hierárquica não tem mais lugar. A empresa que se distancia do seu público para o topo da antiga pirâmide de Maslow, certamente ainda não entendeu a era que vivemos.

O usuário não tem mais atenção exclusiva

Nunca estivemos tão próximos desta realidade. Já não convém falar apenas do dispositivo móvel como uma tela adicional. Mas sim como uma extensão de outras telas, aumentando a interatividade imaginada por McLuhan ainda 1967, no seu conceito de aldeia global. A segunda tela, hoje, é uma realidade mundial. Mas, afinal de contas, o que é segunda tela? Você pode conferir aqui.

Quando liga sua SmarTV, por exemplo, o usuário tem opção de escolher o filme, música, imagem ou vídeo da internet, através do celular. Como resultado desse hábito multiplataforma, vivemos hoje a era da segunda tela. Por isso, é essencial que o seu mix de marketing considere todos estes pontos de contato.

Nos últimos anos o smartphone se tornou um item essencial na casa dos Brasileiros, cada usuário com seu aparelho. Essa massiva adesão aos dispositivos móveis permite que muitos dados sejam gerados. E a realidade do Big Data torna possível encontrar seu público de forma mais exata, considerando a relevância do conteúdo para este público e o acesso a este conteúdo, pelos interessados.

Então, para que sejam produzidos conteúdos realmente relevantes, o marketing de conteúdo encabeçou massivamente as frentes digitais de comunicação, afinal, a comunicação na Web 4.0 não é mais hierárquica mas, sim, horizontal.

Segunda tela
Segunda tela: Interação entre Smartphone e SmarTV

São considerados como segunda tela, ainda, os gadgets wearables como Apple Watch e óculos VR (Realidade Aumentada).

Como reter a atenção

Nesta realidade multiplataforma a quantidade de informações produzidas e que não são relevantes ao usuário, só aumenta. À medida que o usuário se informa nas mais diversas fontes disponíveis na internet, a seletividade de informações aumenta. Como resultado, chegamos a uma realidade de 11 mil informações consumidas diariamente por usuário. A este, nada mais resta que a exposição seletiva.

Multiplataforma
Realidade multiplataforma: Informações ruidosas/excessivas

Através da Exposição Seletiva é possível escolher o conteúdo mais relevante. Por isso é essencial que o Marketing de Conteúdo se aplique não só na produção de blogposts (textos). Mas em todas as produções possíveis. Reter a atenção vai muito além da relevância do conteúdo. Como resultado do impacto da TV e da internet, os vídeos se mostram, historicamente, como um formato de sucesso.

Durante a primeira década do milênio, ainda na Web 2.0, já existiam plataformas de vídeo como o Youtube. Mas a produção de conteúdo nestes portais era feito por empresas especializadas. Com os adventos da popularização da internet e dos smartphones em poucos anos, a evolução dos vídeos se concretizou de forma rápida. Com o próprio smartphone, um tripé e uma câmera de lapela é possível postar um vídeo online.

Além de ter um conteúdo impactante, seu vídeo também precisa ser altamente relevante, por isso se profissionalizar para este tipo de estratégia se torna o grande diferencial. Mas tendo todos estes conceitos definidos, você só precisa definir que tipo de transmissão precisa fazer. Por isso é legal você dar uma olhada aqui para entender o que é streaming.

Criar um canal próprio na internet tem uma série de vantagens. A maior delas é ter um ambiente próprio e personalizado para transmitir seus vídeos. Através de um app, para celular ou SmarTV, ou mesmo através de um hotsite, é possível transmitir seu conteúdo, seja ele qual for, para quantas pessoas você quiser.

Em suma, a sua maior preocupação deve ser a de entender as principais diferenças entre plataformas gratuitas de streaming e plataformas pagas, como a da Zoeweb. Para isso, você pode consultar as vantagens de levar seus vídeos para uma plataforma de streaming profisional.

O Videomarketing em números

Nada melhor para entender o panorama atual que dados. Aqui estão algumas estatísticas levantadas pelas principais empresas de marketing de conteúdo. Todos os dados foram reunidos em um infográfico sobre A Era do Streaming, você pode baixá-lo gratuitamente aqui.

Depois de dar uma conferida no nosso material, não deixe de solucionar qualquer dúvida que possa ter surgido. Basta falar com um especialista em transmissão ao vivo para receber uma proposta ideal ao seu evento.


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