Transmissão simultânea nas redes sociais

Descubra as vantagens e desvantagens do multistreaming.

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A tecnologia em geral tem avançado consideravelmente nas últimas décadas e a tendência é que ela traga transformações na sociedade de modo cada vez mais rápido. Do surgimento dos primeiros computadores populares até os dias dia hoje, vimos mudanças profundas no próprio modo de vida da população.

O universo digital impactou diversos aspectos do cotidiano, incluindo contextos de trabalho, estudos, entretenimento e até sexualidade. Mesmo antes da pandemia de Covid-19, o home office já era realidade de muitas pessoas e empresas, assim como aplicativos de namoro e o delivery.

O fato é que essas e outras características do dia a dia deram um salto gigantesco e sem retorno, e a tecnologia de streaming é um dos grandes exemplos disso. Desde músicas e filmes até cursos e eventos acadêmicos, a criação, distribuição e o consumo de praticamente qualquer conteúdo pode ser feito com poucos cliques.

Hoje, boa parte das pessoas, principalmente dos mais jovens, consomem apensas conteúdos em plataformas de streaming, como: Netflix, Youtube, Spotify e Amazon Prime Video. Já apontando para este destino, é possível que esses serviços sejam as novas TV e rádio, processo que aconteceu com a venda e locação de CDs e DVDs, por exemplo.

Nesse contexto, o streaming – e especialmente o multistreaming – têm ganhado destaque também entre as empresas, tanto para driblar o distanciamento social causado pela pandemia, quanto como forma de alcançar mais pessoas. Confira no artigo a seguir, os benefícios e as possibilidades de uso dessa tecnologia como aliada para os negócios atuais.

O que é streaming?

Nos últimos anos, o termo tem sido difundido e se tornado um formato de conteúdos que é preferência de boa parte das pessoas no Brasil e no mundo. Streaming é o nome dado à tecnologia de distribuição de conteúdo pela internet sem que o usuário precise baixar o arquivo em si. Netflix, Spotify e Youtube são grandes expoentes dessa tendência que tem se tornado parte do dia a dia de empresas “comuns”.

Quando se trata de streaming, o mercado está repleto de oportunidades, tanto para usá-lo como parte das estratégias de comunicação e marketing da empresa quanto como negócio principal.

No primeiro caso, a tecnologia tem possibilitado a realização de reuniões, palestras, treinamentos e congressos de forma remota, modelo de eventos em geral que têm se destacado fortemente. Do outro lado, a difusão do streaming e a democratização de canais que transmitem conteúdos dessa forma possibilitaram o surgimento empresas e profissionais que trabalham exclusivamente com isso. Bons exemplos são os infoprodutores e instituições de ensino remoto.

De modo geral, existem dois tipos de streaming:

  • Live – muito difundido principalmente pelas redes sociais, como Facebook e Instagram, o formato live streaming é aquele em que há a transmissão ao vivo. Geralmente são utilizadas em shows culturais, palestras, bate-papos, programas e eventos em geral. O streaming de gameplays e podcasts nesse modelo também tem crescido nos últimos anos;
  • VOD – sigla de video on demand, se refere ao formato de streaming em que o conteúdo disponibilizado é gravado, como é caso de filmes, séries e cursos. Atualmente, é possível que qualquer negócio tenha uma plataforma personalizada para distribuição de seus conteúdos, como se fosse uma Netflix corporativa.

É importante observar que muitas plataformas atuais, especialmente as direcionadas para os negócios, comportam conteúdos em streaming de ambos os formatos. Muitas delas fornecem, inclusive, a opção de salvar as transmissões ao vivo. Ou seja, o conteúdo live streaming pode se tornar video on demand. Outro detalhe, é que as plataformas personalizadas podem integrar não só conteúdos em vídeo, como também em áudio, texto e recursos interativos em um mesmo ambiente.

A tecnologia ganhou um forte impulso nos últimos anos, impulsionada principalmente pelo contexto de pandemia de Covid-19. No entanto, é fato que as pessoas e empresas continuarão criando e consumindo conteúdos em streaming mesmo com a superação da crise. Assim como aconteceu com o delivery e o transporte por aplicativos, a tecnologia já se tornou parte do cotidiano da sociedade e a tendência é que sua adesão avance ainda mais.

Mas e o multistreaming?

Com o desejo de transmitir conteúdos ao vivo crescendo e também o fácil acesso às plataformas com recursos de live streaming, os criadores de conteúdo em geral têm buscado no multistreaming uma forma de potencializar seu alcance. Como o nome supõe, o termo se refere à distribuição de conteúdo ao vivo de forma simultânea em mais de uma plataforma.

Também conhecido de restreaming, o multistreaming funciona da mesma forma que o streaming: o conteúdo da live é enviado por um encoder para a plataforma de transmissão, que distribui o material no canal escolhido. Ou seja, a diferença fica por conta apenas da última etapa da distribuição. Dessa forma, é possível que um mesmo evento, como palestras e congressos, sejam transmitidos pelo Youtube, Facebook e LinkedIn ao mesmo tempo sem que a empresa precise se preocupar em configurar os canais individualmente. Além disso, o multistreaming permite que o conteúdo seja captado e distribuído com um único conjunto de equipamentos, refletindo em gastos menores do que se a transmissão fosse realizada separadamente.

O restreaming ganhou força especialmente durante o “boom das lives”, ocorrido no início da pandemia de Covid-19. No cenário em que havia uma enorme quantidade de pessoas fazendo transmissão ao vivo ao mesmo tempo, as pessoas e empresas se esforçaram para levar o conteúdo a mais lugares possíveis, gerando um aumento na procura pelo multistreaming.

No entanto, engana-se que acredita que o streaming e o restreaming nas empresas cairão em desuso com liberação das atividades 100% presenciais. O fato é que assim como outras tecnologias, a distribuição e o consumo de conteúdos online já se tornaram parte da realidade social. Mesmo em contextos em que já são permitidos encontros presenciais, como em reuniões e eventos com número de pessoas reduzidos, as pessoas preferem utilizar a tecnologia. A realidade é que se colocar os benefícios e os desafios na balança, os eventos online são mais interessantes que os presenciais em muitas situações.

Vantagens e desvantagens do multistreaming

Hoje, com o cenário de live streaming mais desenvolvido que há um ano, o multistreaming vem sendo utilizado com mais profissionalismo e assertividade. A principal vantagem do formato está ligada ao uso dos canais que o conteúdo é transmitido. O alcance de pessoas é inegavelmente superior a uma live streaming em um canal exclusivo, principalmente considerando a presença de sites e redes sociais digitais no dia a dia das pessoas. São milhares de usuários distribuídos em canais como Instagram, Youtube, Facebook, Tik Tok e LinkedIn.

Esse alcance é relevante para que a empresa consiga levar o conteúdo e a marca até pessoas que ainda não a conhece. Além de poder refletir na venda de seus produtos ou serviços, isso contribui para fortalecer o posicionamento do negócio no mercado como referência no segmento. Outro fator, é que o grande alcance possibilita também que outras marcas encontrem a empresa, podendo gerar parcerias futuras.

Observe que o alcance é relevante pensando não só na audiência, mas no conteúdo em si. Levar um assunto importante para o máximo de pessoas pode ser decisivo em muitas situações, como em relação a questões sociais e ambientais. É claro que cada plataforma tem seu público-alvo e perfil de uso, mas quando se tratam de conteúdos mais gerais, o multistreaming é bastante interessante. Um exemplo disso, foram os shows beneficentes que muitos artista fizeram em conjunto e transmitiram em seus canais do Youtube simultaneamente.

Além disso, a transmissão de conteúdos em mais de uma plataforma beneficia também o usuário, trazendo comodidade para a audiência. Por exemplo, durante a transmissão de um webinar, algumas pessoas podem preferir acompanhar o conteúdo pelo Youtube na smart TV enquanto outras pelo Instagram no celular ou em plataforma do próprio evento no notebook. Esse fator contribui também em situações em que a audiência tem mais facilidade de acesso em uma plataforma do que outra, como em casos de pessoas que tem conta apenas em uma rede social.

Outra vantagem do multistreaming é a oportunidade de usá-lo como estratégia de divulgação da plataforma principal do evento, direcionando as pessoas para o canal oficial. Por exemplo, um congresso sobre lideranças que tem uma plataforma personalizada com suas atividades, pode fazer a abertura do evento de forma simultânea com o Instagram e Facebook como forma de avisar a audiência sobre o início do evento. Assim, é possível direcionar as pessoas de um local para o outro, sendo uma forma de filtrar quem realmente tem interesse no conteúdo. Afinal, as pessoas que migram de uma plataforma para outra são aquelas que querem assistir um pouco mais da transmissão.

Em contrapartida, o multistreaming pode trazer algumas dificuldades para o produtor do conteúdo, especialmente em relação ao contato com o público. Como a transmissão é feita em plataformas diferentes, e que geralmente não há uma integração entre elas, quem está fazendo a live streaming precisa se desdobrar para acompanhar a audiência simultânea. Não só o chat, mas também as ferramentas de perguntas e sorteios, por exemplo, exigem maior empenho para moderação, podendo ser necessárias mais pessoas na equipe de apoio para isso.

A divisão da audiência também pode interferir na percepção do público e dos convidados sobre a transmissão em si, principalmente em dois pontos. O primeiro, é a possibilidade das pessoas acharem que o interlocutor está priorizando uma plataforma e não outra. Para quem está acompanhando o conteúdo, a falta de interação direta e individual com os canais pode soar como uma desvalorização do público que está ali.

O segundo ponto está relacionado ao fato de que as pessoas em geral tendem a seguir atitudes e pensamentos em massa. Como a audiência de transmissões multicanal não é condensada em um único lugar, pode gerar a sensação de que poucas pessoas estão acompanhando o conteúdo. Essa característica é considerada por boa parte do público na hora de avaliar a qualidade da transmissão e se irá assistir ou não. Ela pode interferir, ainda, na percepção dos interlocutores sobre a adesão do conteúdo.

Além disso, no multistreaming é necessário que o interlocutor consiga adaptar sua linguagem às plataformas que o conteúdo está sendo transmitido. Isso inclui a orientação da audiência sobre os recursos de cada canal e também os call to actions (CTA) relacionados a eles, como: curtir, compartilhar, comentar, seguir, se inscrever, etc.

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Tipos de eventos multistreaming

O streaming já se tornou parte do dia a dia de boa parte das empresas, seja qual for o tamanho ou segmento de atuação, incluindo negócios B2C e B2B. Avaliando as vantagens e os desafios do multistreaming é possível determinar se é um formato interessante tanto para o conteúdo quanto para o objetivo da transmissão.

Ou seja, quando se pensa em transmissão multiplataforma é fundamental avaliar previamente alguns pontos como: objetivos da empresa e do conteúdo, tipo de assunto que será abordado, público-alvo, orçamento e recursos necessários. Confira a seguir, algumas dicas de quando e como utilizar o restreaming nas empresas.

Conversas informais

Os bate-papos com o público são um dos formatos de live streaming mais utilizados atualmente, principalmente nas redes sociais digitais como Facebook, Instagram e Tik Tok. Sem compromisso com um tema específico, essas conversas geralmente têm como objetivo aproximar a empresa do público e humanizar a marca.

Por conta dessas características, é fundamental que a empresa esteja atenta em cada canal durante as transmissões simultâneas, principalmente para manter as pessoas engajadas nas ferramentas de chats e perguntas. Afinal, não faz sentido promover uma conversa com a audiência em diferentes plataformas se a empresa não se relacionar com o público de todas elas.

Tutoriais e treinamentos

Assim como o segmento de games, as lives mostrando como fazer algo de forma prática tem se destacado entre as transmissões. Os tutoriais e treinamentos relacionados a artes visuais, design e construção estão entre os conteúdos mais visualizados em plataformas como o Youtube.

Um detalhe muito importante para considera durante o multistreaming de conteúdos como esse é a escolha de canais em que seja possível mostrar o tutorial completo. Como se trata de algo visual, é crucial que o enquadramento da live não corte nenhum detalhe, o que é bastante comum quando se faze transmissões simultâneas para canais com dimensões horizontais e verticais. Pensando em uma empresa de consultoria financeira, por exemplo, a live streaming poderia ser um treinamento sobre como montar o fluxo de caixa de um negócio.

Cursos e palestras

Ainda dentro do contexto de ensino, as empresas podem utilizar o multistreaming em cursos e palestras abertas. Esses conteúdos, inclusive, já são parte da rotina de muitas empresas que fazem lançamentos de infoprodutos ou que querem se posicionar como especialistas em determinado segmento. Por exemplo, uma escola de idiomas pode fazer um mini curso de espanhol básico gratuito em uma sequência de lives para, na última direcionar a audiência para o curso completo.

No entanto, é importante ficar atento se os canais escolhidos são recomendados para a transmissão desse tipo de conteúdo, pois é possível que a plataforma seja direcionada para outro segmento, como humor e entretenimento.

Feiras e congressos

Eventos maiores também podem utilizar do multistreaming. Como são transmissões mais elaboradas e comumente são realizadas atividades simultâneas, a organização deve avaliar se possui recursos para transmitir todo os conteúdos ou não. Caso seja necessário, é preciso definir quais transmissões serão multistreaming, para garantir que a experiência do público não seja afetada. É comum casos em que um evento é disponibilizado em diferentes canais, mas o interlocutor interage apenas com o público de uma plataforma, por exemplo. Se for o caso, é possível integrar as transmissões com conteúdos gravados, além de materiais de apoio.

Programas e podcasts

Um dos conteúdos mais versáteis são os programas e podcasts, sendo bastante interessante de serem transmitidos em multiplataformas. Acontece que o próprio material não exige tanta interação com a audiência, pois geralmente o tema se concentra entre apresentadores e entrevistados. É claro que existem espaços para perguntas e comentários do público, mas tendem a acontecer em momentos específicos da programação. Empresas de logística, por exemplo, podem transmitir videocasts pelo Youtube e LinkedIn sobre o mercado industrial nacional.

Outra característica, é que esse tipo de conteúdo pode ser distribuído posteriormente em VOD, além de se hospedado também em plataformas de streaming de áudio, como o Spotify e Deezer.

Como fazer um evento multistreaming?

Por onde começar é um dos principais desafios de muitas empresas que decidem se aventurar no streaming. Quando se trata de uma transmissão multicanal, muitas pessoas tendem a ficar perdidas sobre o que é ou não necessário para criar um conteúdo de qualidade. Separamos a seguir, os principais pontos para avaliar ao preparar um multistreaming.

Pense no conteúdo

O primeiro passo para fazer um streaming consistente diz respeito à definição do que exatamente a empresa deseja transmitir. Um curso? Webinar? Feira? Programa? As opções são inúmeras, assim como a possibilidade de fazer um conteúdo equivocado. Além de ter clareza sobre o material, é necessário refletir também acerca dos objetivos do streaming em si. Essa informação é fundamental para:

  • Planejar o assunto a ser abordado;
  • Adequar a linguagem utilizada na transmissão;
  • Definir interlocutores;
  • Escolher as plataformas que serão usadas.

Defina o público-alvo

Assim como o item anterior, o multistreaming deve ser direcionado a uma audiência que tenha a ver com o conteúdo e com o negócio. Embora existam transmissões mais gerais e empresas que se relacionam com vários perfis de pessoas, é importante saber exatamente com quem a marca está se comunicando naquele momento. Por exemplo, uma rede de lojas de departamento que, grosso modo, tem consumidores de diferentes perfis pode direcionar seu streaming para mulheres que precisam de produtos que otimizem seu dia a dia. Do mesmo modo, a mesma marca pode querer fazer um streaming direcionado para um público mais jovem e que buscam por aparelhos de tecnologia.

Defina os recursos necessários

Planejar a transmissão já pensando no formato multistreaming é fundamental. Isso evita imprevistos tanto em relação aos aparatos tecnológicos como à programação em si. Além disso, é neste momento em que se avalia os recursos específicos que serão necessários para o streaming, incluindo:

  • Chat;
  • Perguntas;
  • Sorteios;
  • Enquetes;
  • Moderação;
  • Relatórios.

 Escolha as plataformas

A escolha dos canais de veiculação do conteúdo é uma etapa decisiva para um streaming de sucesso. Por mais que os pontos anteriores estejam alinhados, é importante conferir se as plataformas em questão fazem sentido para conteúdo, para a marca e para o público-alvo. Além disso, é importante que os canais escolhidos tenham recursos de transcodificação, responsável pela adaptação automática da transmissão ao dispositivo e à qualidade da internet do usuário. Ou seja, a audiência deve conseguir acompanhar a live streaming do celular, tablets e Tvs, mesmo que não possua alta velocidade de internet.

É importante ressaltar, ainda, que além de definir os canais de veiculação da live streaming, a empresa deve avaliar também a plataforma de distribuição da transmissão em cada canal. Nos últimos anos, o mercado na área cresceu consideravelmente, surgindo fornecedores com diferentes características, tanto nacionais quanto internacionais. Confira a seguir, algumas dicas para avaliar as opções de forma assertiva e garantir que a transmissão ocorra com tranquilidade.

Como escolher uma plataforma de distribuição?

Seja palestra, programa, treinamento, show musical ou qualquer outro tipo de evento, o multistreaming exige uma plataforma de distribuição estável e de qualidade. Assim como nas transmissões em um único canal, é fundamental que empresa opte por uma rede de distribuição que garanta uma boa experiência para o usuário, especialmente no que diz respeito a travamentos, quedas na transmissão e qualidade de áudio e vídeo.

Diversos fatores interferem nesses e em outros aspectos da transmissão multicanal, que além de suprir as necessidades da audiência também devem trazer benefícios para a empresa. Um exemplo disso seria um mini curso gratuito para o público que a monetização devesse ser por anúncios inseridos na transmissão, mas que por alguma falha no sistema, ela não aconteça. Neste caso, os participantes não sairiam prejudicados – e sequer perceberiam a falha – mas a empresa sim.

A fim de evitar situações como essa, é preciso que a empresa compreenda com detalhes as características da plataforma de distribuição do conteúdo. Separamos abaixo, alguns dos principais pontos para avaliar na hora da escolha.

Conteúdo

O ponto de partida deve ser sempre o material que será transmitido, pois implica diretamente em nos canais de transmissão e também nos recursos necessários para isso. Refletir sobre o conteúdo que será disponibilizado permite que a empresa visualize a forma que o multistreaming deve acontecer e determine as necessidades do conteúdo com clareza. Esse posicionamento evita situações em que a plataforma de distribuição ofereça recursos de integração de chats, por exemplo, mas que no final são inclui todos os canais necessários.

Rede de distribuição (CDN)

Em relação às características técnicas do streaming, a rede de distribuição utilizada pela plataforma geralmente passa despercebida por muitas empresas. No entanto, ela faz toda a diferença para a estabilidade e qualidade da transmissão, pois está ligada à localização geográfica da captação e difusão do conteúdo. Ou seja, quanto mais longe fisicamente do local de distribuição, menor será a qualidade da transmissão. Em eventos em que o público-alvo é brasileiro, a recomendação é optar sempre por uma plataforma que tenha CDN no Brasil.

Expertise

Outro fator altamente relevante é a experiência da plataforma em transmissões multistreaming para os canais que a empresa deseja utilizar. Embora as configurações técnicas da distribuição praticamente não mudem com a distribuição simultânea, é recomendado garantir que a plataforma de distribuição de fato trabalhe com o restreaming. Além disso, recomenda-se conferir se os serviços já prestados possuem avaliações positivas, como no Google Meu Negócio ou no próprio site plataforma. Para ter certeza de que os comentários são reais, basta conferir se há nomes ou assinaturas de pessoas e/ou empresas reais e sem vínculo direto com a plataforma.

Comprometimento

Diferencial interessante e que com certeza irá contribuir para a transmissão da empresa, é o desempenho dos fornecedores da plataforma em apoiar o multistreaming durante a live. Afinal, além das configurações para iniciar a distribuição, é importante que a equipe técnica esteja disponível ao longo da transmissão para agir em casos de falhas, imprevistos e até tirar dúvidas que possam surgir. Independente do conteúdo, o desenvolvimento do streaming com certeza será mais tranquilo e assertivo se a plataforma atuar como parceira da empresa, adotando uma postura pró-ativa na transmissão.

Como colocado ao longo deste artigo, o multistreaming tem se mostrado como forte aliado das empresas de diversos segmentos, podendo ser utilizado com objetivos distinto. É importante reforçar que seu uso deve ser sempre ponderado para garantir que o negócio de fato tenha retorno com o streaming, seja financeiro ou não.

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